Um, Dois, Três... Tante menhirs
Resumo
Joel, Noel e Citroen.
Esta passagem de um conhecido, mas pouco citado romance de Boris Vian (L'herbe rouge) parece não dizer nada, mas na verdade diz tudo ou quase. Os três gémeos, na verdade, dois verdadeiros e um "falso" mostram as várias possibilidades de leitura tão do agrado e tão frequentes na escrita de Boris Vian, onde os gatos não são bem gatos e a espuma dos dias não tem espuma, a não ser sangue. De onde, ao longo dos anos, ter sempre hesitado em usá-la.
Uma coisa só, três coisas diferentes, e quantas mais. Tudo e nada?
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Publicado
2026-03-23