https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/issue/feed SCIENTIA ANTIQUITATIS 2026-03-23T16:17:33+00:00 Leonor Rocha lrocha@uevora.pt Open Journal Systems <p align="justify"><span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif;"><span style="font-size: medium;">Revista consagrada à publicação de textos interdisciplinares na área da Arqueologia, privilegiando vários tipos de estudos, procurando dar a conhecer resultados de trabalhos mais específicos mas também sínteses mais alargadas que podem abranger publicações de teses de mestrado e doutoramento.</span></span></p> <p align="justify"><span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif;"><span style="font-size: medium;">Publica dois números por ano mas também números especiais, temáticos, em livre acesso.</span></span></p> <p align="justify"><span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif;"><span style="font-size: medium;">Disciplinas: Arqueologia, Arqueociências, Património</span></span></p> <p align="justify"> </p> <p align="justify"><span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>ISSN:</strong> 2184-1160</span></span></p> https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/481 Exemplos de valorização de monumentos megalíticos na Beira Baixa: Cão do Ribeiro (Proença-a-Nova) e Cabeço d´Ante (Vila Velha de Ródão) 2026-03-23T14:52:40+00:00 João Caninas Francisco Henriques Mário Monteiro Isabel Gaspar Mário Benjamim Carlos Neto de Carvalho Jorge Gouveia José Manuel Pires <p class="p1">A revelação do megalitismo do território correspondente à atual Beira Baixa teve um momento alto com os trabalhos de inventário e escavação de sepulturas megalíticas executados por Francisco Tavares de Proença Júnior, no início do século XX.</p> <p class="p1">Depois das intervenções, limitadas no espaço e no tempo, de Félix Alves Pereira, de Georg Leisner e Vera Leisner e de O. da Veiga Ferreira, este interesse foi retomado, na região, a partir do final do mesmo século por diversos investigadores da Associação de Estudos do Alto Tejo (AEAT), ao nível do inventário sistemático e investigação aplicada.</p> <p class="p1">Mais recentemente, no âmbito do projeto de investigação Mesopotamos (Povoamento do 5º ao 1º milénio a.C. entre o Tejo e o Zêzere na atual Beira Baixa) e do Campo Arqueológico de Proença-a-Nova, tem-se procurado valorizar socialmente os monumentos investigados, dotando-os de condições de adequado usufruto e compreensão pelas comunidades locais e visitantes.</p> <p class="p1">Neste contexto, apresentam-se as intervenções de reconstrução parcial de duas sepulturas megalíticas (antas), Cão do Ribeiro (Proença-a-Nova) e Cabeço d´Ante (Vila Velha de Ródão), integradas respetivamente nos percursos pedestres denominados "História na Paisagem" (PNV PR1) e "Caminho das Virtudes" (VVR PR2). Foram intervenções simples, reversíveis e de baixo custo. Entretanto, está em desenvolvimento a proposta de valorização da grande sepultura megalítica do Cabeço da Anta (Proença-a-Nova) com um programa e recursos mais avultados do que naqueles dois casos.</p> <p class="p1">Estes investimentos em inventário, estudo e valorização de sepulturas megalíticas, integrados desde 2015 no projeto de investigação Mesopotamos, com o apoio fundamental dos municípios de Proença-a-Nova e de Vila Velha de Ródão, sustentaram o ingresso da AEAT na rede europeia denominada The European Route of Megalithic Culture, itinerário cultural do Conselho da Europa.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/482 Colar e conservar pedra – o caso de estudo do menir da Meada 2026-03-23T15:01:37+00:00 Cristina Barrocas Dias Ana Manhita <p class="p1">A consolidação do menir da Meada há 30 anos foi um feito notável de conservação e restauro. Recorrendo à informação oral dos intervenientes e à análise química de amostras dos materiais usados, bem como de amostras recolhidas no menir, apresentamos uma explicação do ponto de vista químico de como foi possível unir e colocar na posição vertical os dois blocos de granito.</p> <p class="p1">São elencados os potenciais problemas inerentes aos materiais utilizados na consolidação e de que forma esses problemas podem afectar a integridade do menir da Meada.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/483 O projeto de reabilitação da anta da Lapa da Meruje no contexto das estratégias para o estudo, proteção e valorização do património megalítico de Vouzela (Viseu) 2026-03-23T15:04:45+00:00 António Faustino Carvalho afcarva@ualg.pt <p class="p1">A Câmara Municipal de Vouzela tem vindo a implementar desde 2015 um conjunto articulado de medidas e ações de proteção e valorização do seu património histórico-arqueológico. No caso do património megalítico e afim, a estratégia tem assentado na prospeção do território e inventário das ocorrências, na sondagem de sítios selecionados para obtenção de dados contextuais, e na sua proteção e valorização. Neste contexto, selecionou-se a anta da Lapa da Meruje para a implementação de um projeto duplo de investigação (escavação arqueológica para um melhor conhecimento do sítio) e valorização (reabilitação e abertura ao público). Os princípios que norteiam este último vetor visam garantir a estabilidade e proteção do edifício megalítico e seu entorno, a sua monotorização permanente e, se necessário, a possibilidade de reversão da intervenção.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/484 Gestão e proteção do património megalítico: novas ideias 2026-03-23T15:06:59+00:00 Fernando Carrera Ramírez <p class="p1">O documento faz uma breve análise dos processos de degradação do património megalítico no noroeste da Península Ibérica. A partir da constatação da persistência das alterações, são apresentadas propostas com diferentes objectivos. Por um lado, acções para uma melhor gestão do conjunto dos sítios; por outro lado, sugestões para a proteção de um sítio durante o processo de escavação, quer este seja ou não proposto para apresentação ao público.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/485 A salvaguarda, estudo e valorização de monumentos megalíticos na Região Centro 2026-03-23T15:09:31+00:00 Gertrudes Branco <p class="p1">O nosso contributo reflete sobre o aporte dos trabalhos arqueológicos, efetuados no âmbito da salvaguarda, estudo e valorização, para o conhecimento e inventariação dos monumentos megalíticos existentes na Região Centro, tendo por base a informação constante do Portal do Arqueólogo, gerido e atualizado pelo Património Cultural I.P .</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/500 ANASTILOSE DE MONUMENTOS MEGALÍTICOS NO NORTE DO ALENTEJO E EXTREMADURA ESPANHOLA 2026-03-23T15:56:49+00:00 Jorge de Oliveira <p class="p1">Nesta comunicação serão apresentados exemplos de reabilitação de monumentos megalíticos decorrente de mais de 40 anos de investigações arqueológicas efetuadas no norte do Alentejo e Extremadura espanhola. Sendo as estruturas megalíticas as mais antigas edificações arquitetónicas monumentais da humanidade as patologias que apresentam são múltiplas e muito diversas entre si. Por norma, a recuperação destas estruturas tem que ser antecedida de intervenções de carácter arqueológico que permitam identificar e reconhecer as melhores soluções para a sua preservação. Assim, nesta comunicação serão apresentados os resultados dos trabalhos efetuados em diferentes dólmens e menhires, com cronologias que variam entre o 6º e o 3º milénios a. C..</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/488 Reabilitar Megalitismo… Recuperar Património: 25 anos de investigação 2026-03-23T15:25:44+00:00 Leonor Rocha <p class="p1">Pretende-se, com este trabalho, apresentar alguns exemplos de reabilitação de monumentos megalíticos realizados pela signatária desde 1998, no âmbito de inúmeros projetos de investigação.</p> <p class="p1">O estudo científico de um qualquer monumento megalítico passa por diferentes tipos de ações, desde a sua identificação, à escavação, estudos gerais e/ou específicos sobre espólios e arquiteturas, que deve terminar, sempre que possível, com a sua valorização e fruição pública.</p> <p class="p1">Nesta perspetiva, os trabalhos arqueológicos realizados podem incidir sobre monumentos que, à partida, já se encontram em evidente estado de degradação ou, pode ser no âmbito da escavação que, por razões várias, venham a surgir problemas estruturais. Em qualquer dos casos, acaba por se verificar a necessidade de se proceder a ações de conservação/ reabilitação para os quais, muitas vezes, o arqueólogo não possui o adequado apoio técnico, mas que tem de executar da melhor forma.</p> <p class="p1">Refletir sobre mais de 25 anos de trabalhos de conservação e restauro realizados em monumentos megalíticos, funerários e não funerários, no Alentejo, analisando o modo como se procedeu a diferentes reabilitações em termos estruturais e os respetivos resultados, parece-nos ser importante no sentido de avaliar ações antigas, mas, também, melhorar intervenções futuras.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/489 Restituir arquiteturas abertas. Breve reflexão sobre o que não aparece esquece, se interessa ou não fazer aparecer, mas talvez seja melhor esquecer 2026-03-23T15:28:23+00:00 Mário Varela Gomes <p class="p1">Pretende-se fazer breve reflexão sobre as questões relacionadas com o estudo, conservação e divulgação das chamadas arquiteturas megalíticas abertas, ou seja, os menires isolados, dispersos em campos de menires, ou estruturados em alinhamentos e cromeleques. Naquele contexto abordam-se alguns grandes equívocos sobre tais monumentos, que a falta de investigação sobre as suas origens, cronologias e funções, permitem especulações. A existência de tais monumentos, possuindo morfologias mais ou menos naturalisticamente fálicas, não deixam de despertar reações, muitas vezes negativas, até entre arqueólogos, não só em relação àquelas ocorrências, mas até a quem os pretende estudar, nomeadamente por parte de sectores religiosos e feministas, da nossa sociedade. Analisam-se casos de coerção social e de sucesso ou de insucesso, relativas às restituições e pervivências das arquiteturas abertas.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/490 Alguns apontamentos sobre o património megalítico do Alto Alentejo, à boleia do processo de classificação do megalitismo alentejano 2026-03-23T15:31:25+00:00 Nelson A. C. Almeida <p class="p1">O processo de classificação do Megalitismo Alentejano em curso tem permitido recolher um conjunto de dados essenciais sobre os monumentos megalíticos existentes na região do Alto Alentejo. Uma das tarefas essenciais neste processo de classificação consiste na relocalização e registo do estado de conservação dos monumentos alvo deste processo. Este artigo irá debruçar-se sobre o estado de conservação de alguns dos monumentos megalíticos identificados no Alto Alentejo.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/491 O Menir da Meada e a Paisagem – Projecto de Valorização 2026-03-23T15:34:05+00:00 Nuno Lecoq <p class="p1">Por amável convite do Prof. Jorge de Oliveira, há pouco mais de vinte anos, foi-me sugerida a elaboração de um projecto de intervenção com vista à salvaguarda do Menir da Meada.</p> <p class="p1">Entendeu-se que a intervenção a propor não devia ser conflituante, não sobressair, nem pôr em causa a importância, o valor e a integridade do monumento a conservar, ou seja, não devia fazer "concorrência" com o elemento patrimonial em causa.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/492 PROBLEMAS EN LA CONSOLIDACIÓN DE ESTRUCTURAS MEGALÍTICAS, DOS EJEMPLOS 2026-03-23T15:35:51+00:00 Paco Blasco Rodriguez <p class="p1">Partiendo del hecho de que una estructura desenterrada durante una excavación arqueológica comienza a deteriorarse desde el primer momento en la que la exponemos a los agentes externos, debería ser necesario que se tomen medidas para protegerlas de los elementos ambientales. En la mayor parte de los casos se opta por volver a cubrir con tierra lo desenterrado tras colocar una malla de geotextil que permita diferenciar la zona que se ha excavado, es la manera más económica de conseguir restablecer el equilibrio entre la estructura y su entorno y es la estrategia más utilizada para su protección debido a que los recursos económicos suelen ser muy ajustados.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/493 A necrópole megalítica da N.ª Sr.ª do Monte (Penedono) (1993-1995). E se fosse hoje? 2026-03-23T15:38:19+00:00 Pedro Sobral de Carvalho pedrosobraldecarvalho@eonic.pt <p class="p1">Os finais dos anos 80 e toda a década de 90 do séc. XX foram cruciais para o estudo do megalitismo da região Centro de Portugal. Para além de projetos de investigação que abrangeram vários ambientes geográficos, os então denominados Serviços Regionais de Arqueologia da Zona Centro levaram a cabo um programa designado "Valorização do Património Megalítico" com o fim de promoverem este tipo de manifestações arquitetónicas. Foram então intervencionados alguns monumentos, a maioria alvo de trabalhos anteriores: Orca da Cunha Baixa (Mangualde) (Vilaça &amp; Cruz, 1990), Lapa do Repilau, Antela do Repilau (Viseu) (Cruz et alii, 1989), Orca dos Juncais e Orca de Pendilhe (Vila Nova de Paiva) (Cruz, 1993b e 2001), Orca de Corgas da Matança e Orca de Cortiçô de Algodres (Fornos de Algodres) (Cruz, 1993a; Cruz, Cunha e Gomes, 1988/1989), Dólmen 1 do Carapito (Aguiar da Beira) (Cruz &amp; Vilaça, 1990), Dólmen de Antelas (Oliveira de Frades) (Cruz, 1995) e Dólmens 1 e 2 da Lameira de Cima (Penedono) (Gomes1996). Ainda neste período o então Instituto Português do Património Arquitetónico (IPPAR) promoveu trabalhos arqueológicos entre 1991 e 1993 na Anta da Arquinha da Moura (Tondela) (Cunha, 1993 e 1995; Silva, 1995). Em 1987 Ana Bettencourt procedeu a trabalhos de escavação e valorização do Dólmen 1 da Pedra da Moura, igualmente conhecido como Anta da Cerqueira (Sever do Vouga) (Bettencourt, 1989). Em 1989 Ana Leite da Cunha intervém na Anta do Pinheiro dos Abraços ou Dólmen de Bobadela (Oliveira do Hospital) na sequência de um programa de estudo, valorização e proteção de estações arqueológicas promovido pelo Serviço Regional de Arqueologia da Zona Centro, em colaboração com a Câmara de Oliveira do Hospital.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/494 Alcalar (Portimão, Algarve): As intervenções de reabilitação no núcleo oriental da necrópole megalítica 2026-03-23T15:40:30+00:00 Rui Parreira Elena Morán <p class="p1">Ao longo de quase um milénio, o aglomerado populacional de Alcalar nuclearizou a rede de povoamento em toda a envolvente da Baía de Lagos, aí assumindo uma posição hegemónica. O assentamento estendeu-se por cerca de 25 hectares, com áreas delimitadas por um complexo de trincheiras e taludes, circundando áreas funcionais de armazenamento e vivenda. Sobre as colinas pouco destacadas que delimitam o assentamento, foi sendo organizada uma cintura de túmulos de caráter monumental com áreas cerimoniais conexas, organizada em diferentes agrupamentos, formando uma vasta necrópole polinucleada que em conjunto com o espaço habitacional constitui uma só unidade orgânica. O núcleo oriental, constituído pelos túmulos Alcalar 7 e Alcalar 9 com os respetivos recintos e áreas cerimoniais, é o núcleo mais bem estudado deste conjunto monumental. Após as primeiras explorações efetuadas nos finais do século XIX, foram ali realizadas desde 1987 e até 2018 várias campanhas de trabalhos arqueológicos para estudo, reabilitação e musealização. Apresentam-se aqui sumariamente as intervenções de reabilitação nos dois túmulos que constituem este núcleo e discute-se a sua sustentabilidade.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/495 Um, Dois, Três... Tante menhirs 2026-03-23T15:42:49+00:00 Victor S. Gonçalves <p class="p1">Joel, Noel e Citroen.</p> <p class="p1">Esta passagem de um conhecido, mas pouco citado romance de Boris Vian (L'herbe rouge) parece não dizer nada, mas na verdade diz tudo ou quase. Os três gémeos, na verdade, dois verdadeiros e um "falso" mostram as várias possibilidades de leitura tão do agrado e tão frequentes na escrita de Boris Vian, onde os gatos não são bem gatos e a espuma dos dias não tem espuma, a não ser sangue. De onde, ao longo dos anos, ter sempre hesitado em usá-la.</p> <p class="p1">Uma coisa só, três coisas diferentes, e quantas mais. Tudo e nada?</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/498 Apresentação 2026-03-23T15:51:10+00:00 Jorge de Oliveira Leonor Rocha Nelson Almeida 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/496 Registo Fotográfico 2026-03-23T15:44:48+00:00 Jorge de Oliveira joli@uevora.pt Leonor Rocha Nelson Almeida 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS https://www.scientiaantiquitatis.uevora.pt/index.php/SA/article/view/497 Homenagens 2026-03-23T15:48:10+00:00 Jorge de Oliveira Leonor Rocha Nelson Almeida <p>O Município de Castelo de Vide recorda e agradece a preciosa colaboração.</p> 2026-03-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2026 SCIENTIA ANTIQUITATIS